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ESCRITÓRIO SIDNEY QUINTELA - LISBOA


Localização

Cais do Gás, Armazém H, 1200-109 Lisboa


Data do projeto

2020


Área construída

365m²


Programa

Instalado na quarta nave do antigo armazém H pertencente à Administração do Porto de Lisboa, localizado no Cais do Gás – Cais do Sodré, com 365m² de área construída. O edifício passou por uma requalificação profunda para garantir o conforto térmico e acústico, bem como criar as condições necessárias para o desempenho da atividade de um atelier de arquitetura, pensado para oferecer conforto e bem-estar aos colaboradores e clientes.

Conceitualmente este projeto propõe a plena integração entre os espaços que proporciona uma interação maior entre as pessoas, o que evidencia o propósito de todos os projetos desenvolvidos pelo atelier.

O projeto parte da premissa de uma arquitetura contemporânea, com linhas retas, grandes vãos, integração plena entre o interno e o externo, com o aproveitamento máximo possível da iluminação natural, proporcionando um espaço confortável para o bom desempenho das atividades laborais. Foram utilizados materiais naturais como a pedra mármore e uma paleta de cores neutras e sóbrias, de modo que as cores mais vivas ficassem para as obras de arte, mobiliário e para as pessoas que utilizam o espaço.

O projeto luminotécnico foi pensado para proporcionar uma luz mais dramática, utilizando luminárias com luz quente e mais focadas, propondo uma atmosfera composta por luz e sombra, gerando conforto visual e iluminando as zonas necessárias para a circulação das pessoas com segurança e valorizando as peças principais do projeto. Já nas áreas de trabalho e maior utilização, a iluminação proposta é mais homogénea e intensa, proporcionando a luminosidade adequada a cada uso.

O tratamento acústico é feito através da utilização de nuvens acústicas que se inserem como um elemento de design na composição visual mantendo a amplitude do espaço.

A fachada norte, que da acesso ao atelier, é composta por painéis de aço cortem, que configuram a identidade visual do atelier, integrados a um jardim vertical que compõe uma gentileza urbana. Na fachada sul, voltada para o Rio Tejo, as salas de atendimento do atelier se abrem, através de grandes superfícies envidraçadas, para um diálogo constante com o Rio, o Cristo Rei e a Ponte 25 de Abril.

 

Fotografia: Fernando Guerra

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